02 May 2010 // 17:02
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We've seen robots play Soccer, Tennis, and Battle Ball, and now Dr. Masaaki Kumagai, director of Tohoku Gakuin University's Robot Development Engineering Laboratory, brings us BallP (or Ball Inverted Pendulum): a 20-inch, 16.5-pound robot that derives its name from the bowling ball that it balances on.

 

Using three omni-directional wheels, the robot can stand still, move in any direction, and pivot along its vertical axis. A combination of motors, micro-step controllers, gyroscopes, and accelerometers allows the thing to carry equipment -- either on its own, or with the help of a human operator (sort of like a high-tech wheel barrow). If anything, it's a lot less intrusive than CMU's Ballbot -- our previous favorite robot butler (yes, in the end it all comes down to who can get us a cold one the fastest).

 

 

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30 Apr 2010 // 15:08
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The problem with walking through a virtual reality world is that you're subject to the physical world's spatial limitations. That's why the Enterprise's holodeck always gave me headaches. But I get it now: they had a CyberWalk.

 

CyberWalk is an omni-directional platform; essentially, a giant treadmill that adjusts its speed and direction to allow for unlimited exploration of a virtual space. It's the love child of a consortium of German, Italian, and Swiss labs that's able to detect when and how quickly a user is changing direction:

 

By precisely monitoring the position of the user on the platform using a Vicon motion-capture system, the controller computes estimates for the two variables and tries to adjust the speeds of the linear belts to keep the user close to the center — all without abrupt accelerations.

 

The video demo makes it clear that we're still in the elementary stages, but trust me: we'll be matching wits with Moriarty before you know it.

 

[IEEE Spectrum] via [Gizmodo]

 

 

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30 Apr 2010 // 12:05
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A versão final do Linux Ubuntu 10.04 (Lucid Lynx) encontra-se  disponível para download. O Lucid Lynx traz com ele as mais recentes novidades a nível de software open source.

A questão é inevitável: será o Ubuntu 10.04, o sistema operativo perfeito para um utilizador tradicional?

 

O lançamento do Ubuntu Lucid Lynx 10.04 sempre esteve rodeado de uma certa ansiedade. Não é comum tal facto por parte de uma distribuição Linux, mas o Ubuntu tem conseguido conquistar cada vez mais utilizadores para o mundo OpenSource.

 

Em traços gerais o que esperar deste novo Ubuntu 10.04?

Num artigo publicado recentemente (ver aqui), já foi levantado um pouco o véu a esta questão). O Ubuntu, na minha opinião, tem conseguido cada vez mais adeptos uma vez que também se tem tornado um sistema operativo cada vez mais simples de usar. E isso, é certamente uma característica que todos os utilizadores apreciam.

 

Por outro lado, a aposta ao acesso facilitado às redes sociais, ao twitter, à cloud, MSN, ICQ, gTalk, a integração com outros sistemas, a disponibilização de ferramentas gratuitas são trunfos que têm diferenciado o Ubuntu de outras distribuições e até mesmo de outros sistemas operativos.

 

O visual também mudou, graças aos novos temas Radiance e Ambiance que agora dão “cara” a este grande sistemas operativo.

Quanto ao software, mais de 30 mil programas totalmente gratuitos e simples de obter (one click).

 

[PeopleWare]

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30 Apr 2010 // 11:29
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Mariano Gago participava num encontro europeu impulsionado pelo Conselho da Europa que convidou especialistas e políticos do sector para debater em Madrid o futuro da Internet e medidas a aplicar para melhorar a actual situação.

Ainda de acordo com o jornal espanhol, Mariano Gago também disse que o valor do produto cultural muitas vezes “aumenta” graças à difusão que obtém com a pirataria e deu como exemplo actual o caso da música Pop. “Hoje em dia um grupo pode adquirir uma notoriedade impensável graças à rede e pode inclusivamente rentabilizar isso em concertos e, porque não, aumentar as vendas de discos graças à popularidade”, exemplificou.

Apesar disso, o ministro assegurou que o Governo está a estudar formas de regular a questão dos downloads mas sempre procurando ser “sensível”. E acrescentou: “A Internet é uma questão de acrescentar liberdades e não de as restringir”.

Em reacção a estas declarações, o director da Associação de Gestão de Artistas, citado pela Antena 1, disse estar indignado com o que o ministro português defendeu em Madrid. “É um absurdo, é um absurdo o que o prof. Mariano Gago disse e disse-o na União Europeia. (...) São declarações de uma absoluta irresponsabilidade, gravíssimas, e que mostram que o prof. Mariano Gago percebe muito pouco disto. Quando ele fala... quando terá falado sobre a possibilidade de a pirataria ser uma fonte de liberdade e uma fonte de conhecimento, mostra que está completamente a leste das intervenções culturais no momento, mostra um enorme desrespeito pela actividade de quem trabalha”, sublinhou Miguel Guedes.

 

[Público]

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